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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Em Chamas - Comparando Filme e Livro

Sendo uma grade fã da trilogia devo admitir que o primeiro filme realmente me desapontou. Talvez fosse o orçamento, talvez os atores ainda não tivessem sincronizado com seus personagens ainda, não sei, talvez fosse mesmo uma má direção. De qualquer maneira a única coisa que me cativou foram as roupas (maravilhosas) e o Cato. Apesar de ser presente no livro, ou seja, não ser um personagem insignificante, devo dar ênfase no fato de que ele só era mais um Carreirista. Uma pessoa treinada para matar e nada mais. Porem no filme algo magico aconteceu. Devo admitir não saber a razão de tal destaque para ele, mas houve com absoluta certeza algo bem feito neste trabalho. A atuação de Alexander Ludwig foi MASTER! Antes frio e assassino, Cato mostra mais para frente ser como a maioria das pessoas da Capital, quase ingênuo por ter sido criado imaginando que este era o certo. Num ponto culminante do filme ele percebe que ha algo mais, vemos o medo dele de morrer, essa ingenuidade achando que ser um tributo treinado para matar ou morrer era legal, deixa de existir.
Agora deixando de lado o ponto mais alto do filme Jogos Vorazes, entro no segundo livro/filme da trilogia.
Em Em Chamas, houve uma gigante produção louca. Porque nesse (ah agora sim!) houve grana, bufunfa minha gente! Como o dinheiro muda tudo, não eh? Se antes a trilha sonora do filme (que faz uma grande diferença na construção de um clima) era sem graça e vazia, agora, ah agora o negocio ficou bom!
*Alguém mais reparou como ficou sem graça a cena da Colheita no primeiro? Não teve musiquinha nenhuma, nem mesmo aquelas bem de fundo, parece ateh que esqueceram de editar.
Verdade seja dita, o primeiro filme estava caidinho, neh?
Logo no começo de Em Chamas o filme, vemos que o clima mudou, as coisas estão muito mais bem produzidas e a Katniss (Jeniffer Lawrence) esta diva.
Entao passo para o ponto em que digo: ficou muito parecido com o livro, com poucas exceções insignificantes, fiquei satisfeita. Muito satisfeita.
E a atuação desse povo D-I-V-O? Maravi-linda!
Finnick ficou exatamente como eu imaginava, a Maggs estava perfeitamente fofa, o Snow não poderia ser menos desprezível (isto eh um elogio), Haymich não poderia estar mais bêbado e Effie menos fabulosamente produzida e capitoliosa (adjetivo de pessoas provenientes da Capital).
Agora vamos respirar e dar uma atenção especial numa personagem demais e ainda melhor desenvolvida do que no livro (sim, raridade neh?)
Johanna Mason.
Ou no caso Jena Malone (agora que eu reparei as iniciais são as mesmas, nossa que brisa minha).
OMG! Eu queria mata-la e ama-la ao mesmo tempo. A cena do elevador eh demais. DEMAIS!
Minha gente, o negocio não para por ai.
Porque dai vem as roupas. AS ROUPAS!!!!!! Que vestido era aquele?????? Que cílios postiços alucinantes da Effie eram aqueles?
Ta ai outra personagem/ator que não me decepcionou. Effie Trinket. Também, eu não esperaria nada menos da fabulosa Elizabeth Banks. Super vivida (de carreira) e diversos trabalhos ela não desapontou. Me fez ateh chorar.
Ai chegamos na arena. Não haverá spoilers, mas direi que ficou perfeito. No livro eu tinha ficado meio confusa e tals, muito complexo para minha cabeça não muito brilhante, então ficou muito mais fácil de processar no filme. Demais minha gente!
Recomendadissimo!
ESSE EH O POSTER NOVO.
Inclusive, esse foi tão bom que pude esquecer meu desapontamento com relação ao primeiro longa-metragem.
Para quem não sabe o terceiro filme sera separado em duas partes. Esperamos ansiosamente A Esperança.
"Chins up, smiles on." -Elizabeth Banks (Effie)
Beijocas EM CHAMAS!!!


Vi.TipoLinhas.

sábado, 15 de junho de 2013

Alice in Zombieland

Sem exageiros estou, sim, falando daquela Alice do Pais das Maravilhas. Aquela do coelho, sabe?
A diferença é que esta história não pertence a Lewis Carroll, mas sim a Gena Showater.

Ela não irá descansar enquanto não mandar todo e qualquer corpo andante de volta para o túmulo.
Se alguém tivesse falado para Alice Bell que a sua vida ficaria de cabeça para baixo de um minuto para o outro, ela teria dado risada. De maravilhosa para trágica, de inocente para arruinada? Ora, por favor. Mas isso foi o necessário. Uma batida de coração. Um piscar de olhos, um respirar, um segundo, e tudo o que ela conhecia e amava se fora.
Pra vingar sua familia, Ali deve aprender a lutar contra os mortos-vivos. Para sobreviver, ela deve aprender a confiar no pior dos bad boys, Cole Holland. Mas Cole também tem segredos, e se Ali não tomar cuidado esses segredos podem se mostrar mais perigosos do que os próprios zombies.

No começo fiquei perdida, parecia demais com a série Crepúsculo apesar dos zombies. Mas mudei de ideia rapidinho, gracas aos céus. Ali não tem nada da Bella Swan, e sinceramente muitas vezes eu gostaria de ter a coragem que ela tem. Em segundo lugar, Edward parece gay em comparação com o pedaço de mal caminho que Cole Holland é.
No caso de Mackenzie Love, devo defender e dizer que se eu comparar ela com a Rosalie vai ser considerada uma blafêmia, já que para quem não sabe ela é minha diva. Pelo menos Rose cuidava bem da Nessie e tinha um bom motivo para não gostar da humana Bella.
Mas parando com as comparações crepuscuísticas, as estrelas da história foram, sem sombra de dúvida, Kat e Emma.
Kat = amazing!!!
Kat + Frosty = super hiper amazing! ( Dei altas risadas com as brigas deles).
Alice = amazing!!!!!
Alice + Cole = me mata amazing!!!
Por alguma razão estou com falta de palavras hoje...
É muito raro acharmos uma historia em que todos os personagens conseguem  manter sua atencão com personalidades tão reais e bem defenidas que você pode quase chegar a acreditar que eles existem.
Pela primeira vez em séculos não quero roubar o cara da mocinha, porque, (finalmente, finalmente! ) eles são perfeitos um pro outros. Muitas cenas engraçadas nesse livro.
Recomendadíssimo!!!!
Não vejo a hora de ler o próximo, mas infelizmente não tem previsão de estréia no Brasil.

Beijocas zombásticas e fétidas de mortos-vivos (uh que nojinho),
Vi. TipoLinhas.

P.S.: Que capa maravilinda é essa meu povo? Não dá pra ver, mas a parte interna do livro é verde limão, superdiferente. O trabalho gráfico da versão em hardcover também está de parabens. Lindo mesmo.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Incarceron - Catherine Fisher

Ola pessoinhas.

Hoje a postagem é sobre Incarceron de Catherine Fisher.

Imagine uma prisão tão grande e tão vasta, a ponto de conter corredores e florestas, cidades e mares. Imagine um prisioneiro sem memória, que acredita firmemente ter nascido no Exterior, mesmo que a prisão esteja selada há séculos e que apenas um homem, em cuja história se misturam realidade e lenda, tenha dela conseguido escapar. Agora, imagine uma garota vivendo em um palácio do século XVII movido por computadores, onde o tempo parece ter sido esquecido. Filha do Guardião, está condenada a aceitar um casamento arranjado, cujos segredos a aprisionam em uma rede de conspirações e assassinatos, da qual ela deseja desesperadamente fugir. Um está dentro. A outra, fora. Entretanto, os dois estão aprisionados. Conseguirão enfim se encontrar? Parte fantasia, parte distopia, Incarceron reserva ao leitor a emocionante aventura de Finn e Claudia, dois jovens que desejam, a qualquer custo, destruir a barreira que os separa da liberdade.

Gostei, acima de tudo do mundo de Incarceron. O livro descreve com detalhes minuciosos e veracidade algo quase impossível de se pensar. O futuro. Bem, a parte mais difícil deve ter sido criar um mundo distópico que ninguém nunca imaginou antes. Pessoas do futuro presas no passado. A forma como pareceu natural, e criativo me atiçou a ler mais e mais. Não é, absolutamente, um livro previsível, apesar de conseguirmos decifrar um dos mistérios logo de cara. Com exceção disso não há outros casos. Cada pagina uma reviravolta, uma surpresa e assim vai nossa sanidade. Para ser bem sincera eu achei que ia ter aquela faísca que ia me cativar mais do que tudo, que iria perseguir meus sonhos e me fazer sonhar com o enredo. Infelizmente não houve isso. Mas meu otimismo continua em pé. Mesmo depois de terminar (e o final não ter sido tão satisfatório quanto imaginei no inicio) ainda tenho boas expectativas para com o próximo livro. Sapphique.

Não sei se essa foi a intenção da autora, mas eu sentia que não podia confiar em ninguém do livro, como se todos a qualquer momento iriam se mostrar maus. Bem, eu tive o mesmo sentimento de incerteza com Coração de Tinta, e adorei mesmo assim.

Em alguns aspectos posso dizer que a parte descritiva, do cenário, da comida, das pessoas, me lembrou muito de Jogos Vorazes. Mas a ideia é bem diferente e espero que o segundo seja melhor do que este. É um bom livro, com ideias diferentes, mas não foi o meu favorito dos últimos tempos.

Finn é bem ingênuo, e muitas vezes quem rouba a cena são outros personagens. Já Jared e Claudia são muito perspicazes e uma dupla e tanto. Destemidos e corajosos.

Recomendo e dou quatro estrelinhas.
Beijocas brilhantes,

Vi. TipoLinhas.

terça-feira, 19 de março de 2013

Scarlet - Marissa Meyer


E ai, pessoas?

Minha postagem de hoje é sobre o segundo livro da serie Lunar Chronicles. O primeiro eu já postei aqui no blog, chama-se Cinder. Como eu já havia dito e repito esta serie promete é o tipo que tem tudo e mais um pouco para virar best-seller e conquistar milhares de fãs ao redor do mundo.

Logo que terminei de ler Cinder fiquei louca para ler o segundo. Pesquisei e achei uma “amostra” em que se têm os cinco primeiros capítulos de Scarlet, graças à nossa amada internet, que me levou a um nível de ansiedade além do imaginável. Por pura sorte, (e azar ao mesmo tempo) quando eu acabei Cinder, já estava próximo da data de lançamento de Scarlet. Bom, o tal azar foi que eu acabei muito rápido e minha ansiedade não foi completamente saciada, na verdade ela só aumentou, e eu vou ter que esperar até o ano que vem para ler o próximo que se chama Cress (o nome de uma planta, coincidência com Rapunzel? Acho que não) que se passa na África.

Para quem não sabe na historia original da Rapunzel, uma mulher estava grávida e ficou com uma vontade louca de comer uma planta de um terreno vizinho. Aconteceu que o marido atencioso foi realizar o seu desejo de grávida, mas ao invés de pedir pela planta chamada Rapunzel, ele roubou e a dona que era conhecida por ser uma bruxa bem estranha e macabra pediu em troca o bebê como pagamento. Tem o resto da historia, mas vocês também têm internet e este post já está ficando grande demais. Fica para os próximos capítulos (ou posts futuros).

“Cinder, a mecânica cyborg, retorna na sequencia emocionante da série Lunar Chronicles.
Ela está tentando fugir da prisão, mas mesmo se for bem sucedida, ela será a fugitiva mais procurada da República (Commonwealth).

Enquanto isso do outro lado do mundo, a avó de Scarlet Benoit está desaparecida. Acontece que há muitas coisas que Scarlet não sabe sobre sua avó ou sobre o grave perigo que ela viveu por toda a sua vida. Quando Scarlet encontra Wolf, um lutador de rua que talvez possa ter informações sobre o paradeiro de sua avó, ela reluta em confiar neste estranho, mas é inexplicavelmente atraída para ele, e ele a ela. Ao passo que Scarlet e Wolf desvendam um mistério, eles encontram outro quando conhecem Cinder. Agora, todos devem ficar um passo à frente da cruel Rainha Lunar Levana, que fará qualquer coisa para o belo príncipe Kai se tornar seu marido, seu rei, seu prisioneiro.”


Adorei a personalidade de Scarlet, e o curso que a historia leva é bem fluido. É quase como se a autora só relatasse uma historia verdadeira ao invés de ter tirado tudo da cabeça, as peças aos poucos se encaixam, alguns mistérios se resolvem e nós nos apaixonamos mais pela historia. Achei que talvez faltou um pouco mais no romance, apesar de ser bem fofinho, diferentemente de Kai e Cinder, eles tem um certo problema de comunicação por não confiarem um no outro inicialmente e pelo fato de Wolf ser uma pessoa meio fechada. Acredito que o casal principal da historia é o favorecido, e esta a razão para a falta de momentos "romance" entre esse casal, mas mesmo assim pedia um pouco mais. Adorei ver a Cinder mudando e amei conhecer o Cadete Thorne (Capitão Thorne, me desculpe, não queremos ferir o sue ego) .

Achei interessante como sentimos o que Scarlet sente ao conhecer Wolf, ao mesmo tempo em que esta desconfiada e incerta, ela sente que tem algo nele em que ela pode confiar.

Eh isso por hoje personas.

Beijocas lunares,
Vi.TipoLinhas.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Eve & Adam

Este livro faz alusão a história de Adão e Eva.

No início, havia uma maçã.
E então houve um acidente de carro, uma lesão horrível, e um hospital. Mas antes que a mente de Evening Spiker fique clara, um meninoestranho chamado Solo está levando-a para empresa de pesquisa de sua mãe. Lá, sob o melhor tratamento disponível, Eve é deixada sozinha para curar.
Apenas quando Eve acha que ela vai morrer -não de seus ferimentos, mas de tédio- sua mãe lhe dá um projeto especial: criar o menino perfeito.
Usando uma simulação incrivelmente detalhada, Eve começa a construção de um menino a partir do zero. Eve está criando Adão. E ele será perfeito ... não é?


Ache a idéia do livro interessante, apesar de que quando lemos esta sinopse nada nos é esclarecido. Sinceramente não tive muita certeza de como o livro seria. Lemos sem saber para onde iremos.
Gostei, como já mencionei, dos detalhes da história, da explicações, foi tudo muito bem formado e criativo, não há lacunas vazias nas ideias. Mas achei o enredo escrito muito sem graça. Não há aprofundamento das personagens, que uma hora gostam daquilo, no momento seguinte já mudaram de gosto, e também tive a impressão de que tudo foi escrito mais ou menos assim: havia um garoto. O garoto correu, ele tropeçou e caiu. Depois nunca mais quis correr e viveu triste.
Não há uma escrita complexa nem bem formada, a ideia tinha tudo para ser revolucionária, não nego que houve bom planejamento e criatividade, mas nada me cativou.
Evening na maior parte do livro é muito manipulada por sua mãe, tudo que Tera quer ela faz. De repente ela é super autoritária e ativa com sua amiga. Solo uma hora é solitário e sem amigos, nunca falou com uma garota antes e de repente já está super autoconfiante. Não há uma explicação lógica, simplesmente acontece.
Sem dizer que o final ficou sem sal. Do nada os escritores criaram uma solução para quem sobrou do triângulo amoroso. Sim, me desculpe eu falei.
Não dou muitas estrelas, não. Deve ser difícil de escrever em parceria com outro escritor, eu imagino, mas não me apaixonei por nenhum dos personagens.
É isso pessoal.
Beijocas de torta de maçã,

Vi. TipoLinhas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ladrões de Corações...ou Devo Dizer de Elite?

Sim! Vai ter filme!
Para quem não está por dentro o livro Ladrões de Elite. de Ally Carter, vai virar filme, e eu já postei sobre isso. Porém aqui vem novidades, a previsão de lançamento do filme é para 2014. Sim, infelizmente teremos de esperar ainda muito tempo para ver os mocinhos, ou devo dizer, ladrões, virem para as telonas, e esperaremos ansiosos por Hale e Katharina.

Olhem só, vocês não vão acreditar nas preciosas informações que tenho em minhas mãos (ou teclas?). Olhem isto!

Este é o livro 2.5 da série de Ladrões de Elite, onde a filha do Senador McHenry, Macey McHenry (Escola de Espiãs) e o bilionário de nome desconhecido, ninguém sabe o significado dos "w"s, W.W. Hale V (Ladrões de Elite) se encontram em uma única história contra uma gangue. Será que uma espiã e um ladrão conseguem ficar num mesmo cômodo? Essa é a pergunta que não quer calar. E eu estou morrendo neste momento. 

Ally Carter você é demais!

Aqui está o link pra resenha de Escolas de Espiãs
E Aqui de Espiã para Sempre (esse nome é ridículo porque nem é o último).

É isso muchachos!
Beijokas roubadas.

Vi.TipoLinhas.

P.S.:Eu sei esse é o segundo post que eu escrevo em espanhol, estou me internacionalizando!

Throne of Glass

Olá, bookaholics.
Vim hoje neste determinado local (tecnicamente), neste determinado minuto, para fazer mais uma de minha maravilhosas resenhas (mentira) de livros em inglês.
Eu sei que as vezes pode ser meio chato para quem não lê, mas sempre achei interessante estar ligada no mundo literário virtual ou não.
Throne of Glass (Trono de Vidro) é extremamente interessante, apesar de ter me recordado um pouco de Jogos Vorazes em alguns aspectos. Primeiro, Caelena Sardothien é tão eficaz e habilidosa quanto Katniss.
Segundo, há sim um triângulo amoroso (já mencionei o quanto eu odeio triângulos? Prefiro linhas retas, obrigada). E terceiro, há 24 assassinos, ladrões, e mercenários competindo para serem the King's Champions (o Campeão do Rei).
Caelena (que se lê Celena em inglês, tipo Caesar é César) é uma garota muito forte e decidida. Sabe o que quer, e isso consiste em não fazer amizades com ninguém e ser a melhor.
Bem, assim como Katniss, Caelena falha na primeira façanha. E meio que na segunda também, já que como ela é a única mulher competindo ela tem de enganar para que todos a subestimem, fazendo-os achar que ela é só mais uma mulher indefesa.
As aparências enganam...

A capa de cima é a minha, a debaixo eu acho que é a britânica. 
A tradução para o espanhol ficou Trono de Cristal.

Depois de servir um ano de trabalho duro nas minas de sal de Endovier para seus crimes, a assassina Celaena Sardothien de dezoito anos, é arrastada ao encontro do príncipe herdeiro. O Príncipe Dorian lhe oferece sua liberdade sob uma condição: ela deve atuar como sua campeã em um concurso para encontrar o novo Assassino Real. Seus adversários são ladrões, assassinos e guerreiros de todo o império, cada um patrocinado por um membro do conselho do rei. Se ela bater seus adversários em uma série de eliminações, ela irá servir o reino por três anos e, em seguida, ser concedida sua liberdade. Celaena encontra suas sessões de treinamento com o Capitão da Guarda, Chaol Westfall, desafiadoras e exautivas. Mas ela está entediada com a vida na corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela ... mas é o rude Capitão Westfall que parece entendê-la melhor. Então, um dos outros concorrentes aparece morto ... rapidamente seguido por outro. Será que Celaena conseguirá descobrir quem é o assassino antes que ela se torne a próxima vítima? Ao passo que Caelena investiga, sua busca a leva a descobrir um destino maior do que ela poderia ter imaginado.

Gostei bastante, mas esse infelizmente é só o primeiro da série. 
Entretanto no final do livro a autora nos conta que Throne of Glass foi baseado na história famosa de Cinderela, e que com o tempo a levou a isto. As versões originais foram publicadas na FictionPress, um site em que fãs de literatura de todo o mundo (a maior parte americanos e canadenses) publicam suas histórias (sendo fanfiction ou não) e os leitores incentivam e dão suas opiniões. Foram esses fãs que convenceram a autora, Sarah J Maas, a publicar o seu livro. Superlegal!
Pessoal eu acho que é isso. Adorei o senso de humor da personagem, que é incrivelmente madura e profunda. Sem mencionar Nox, adorei ele!
Pra variar, eu estou torcendo para que Caelena fique com o Capitão, apesar da autora já ter mostrado certa preferência ao Príncipe Dorian. Eu só achei muito clichê a personagem ficar com o príncipe encantando (e mulherengo) da história. Porque em outros casos eu sou totalmente a favor de príncipes. 

Beijocas de tapioca, 

Vi. TipoLinhas. 
PS.: Caso haja dúvida, FANFICTION são histórias criadas por fãs de algum livro(ou série) em especial, usando o mesmo "universo", porém mudando o enredo ou rumo da trama.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

...E Viveram Felizes Para Sempre.

Como prometido eu estou qui para postar sobre o versões adaptadas de contos de fada famosos que inclui muitos escritores que juntos escreveram a série Once Upon a Time.
Eu só li Once, mas eu incluirei os que eu não li também.

  • Beauty Sleep (Bela Adormecida)
  • Snow (Branca de Neve e os Sete Anões)
  • Midnight Pearls (A Pequena Sereia) 
  • Scarlet Moon (Chapeuzinho Vermelho)
  • The Night Dance (As Doze Princesas Bailarinas)
  • Golden (Rapunzel)
  • Water Song (A Princesa e o Sapo)
  • Before Midnight (Cinderela)
  • The Crimson Thread (Rumpelstiltskin)
  • Belle (A Bela e A Fera)
  • Wild Orchid (Mulan)
  • Violet Eyes (A Princesa e a Ervilha)
  • The World Above (João e o Pé de Feijão)
  • The Diamond Secret (Anastacia)
Achei alguns títulos interessantes e li o começo de The World Above, que parece muito legal e inovador.
É isso personas.

Beijocas,
 Vi. TipoLinhas.

Once...

Once, de Cameron Dokey, reconta três contos de fadas famosos.

Before Midnight conta a história da Cinderela, mas com aspectos bem mais interessantes no enredo. Em primeiro lugar Cinderela se chama Cendrillon, a versão francesa do nome da princesa, segundo, a tal famosa madrasta má não é malvada coisa alguma e... bem, o resto vocês vão ter que ler para saber.

Golden conta a história de Rapunzel numa versão com, hum, menos cabelo. Melhor dizendo, careca. É isso mesmo. A tal donzela de longas madeixas douradas na verdade não tem cabelo algum. Uma versão no mínimo interessante, não? 

E por último temos Wild Orchid, a história da Mulan, a heroína da China. Um conto bem menos conhecido. 

Houveram muitas razões para que eu gostasse do livro. O primeiro foi a escrita. A autora tem uma maneira tão leve e madura de escrever que a história passa sem problemas, e devo dizer, quase sem erros. Do modo como lemos nos parece, inclusive, fácil de se recontar fábulas mundialmente conhecidas. Sem dizer, que cada história possui uma moral profundamente intrigante e educativa. Admito que tive até vontade de, se um dia tiver filhos (só meninas no caso né, acho que garotos não gostam disso), ler para eles antes de dormirem. 
O segundo motivo foi (obviamente) Mulan. Quer dizer quantas princesas de contos de fadas entraram numa guerra, ganharam e ainda acharam o amor verdadeiro? Demais, né? Todos lembram das princesas que só captaram os olhos dos príncipes por que eram bonitas, mas não lembram das que tinham um cérebro? Quando eu era pequena eu podia até gostar da ideia de ser uma princesa, mas pelo menos eu sonhava em ser uma que segurava uma espada e um arco e flecha.

A história que eu menos gostei foi Before Midnight porque o romance é muito curto, e fala muito sobre amor a primeira vista, ou seja, te vi, já estou de amando, vamos nos casar.
Golden fala sobre as aparências e Wild Orchid sobre coragem.
Adorei que a autora deixasse no final das duas primeiras histórias explicações a respeito delas. E na verdade ela fez Rapunzel sem cabelo em homenagem conhecidos dela que tem uma doença chamada alopecia areata.

Recomendo muitíssimo. Adorei mesmo!!!
Pelo que vi existem outros contos com o mesmo estilo. Depois eu faço um post sobre isso.

É isso pessoal.

Beijocas de amor verdadeiro,


Vi. TipoLinhas.

sábado, 17 de novembro de 2012

Nevermore - Kelly Creagh

Oi pessoal, eu terminei de ler Nevermore hoje de manha e estava louca para vir postar, mas não tive muito tempo. Em primeiro lugar me surpreendi demais (mesmo) com o conteúdo do livro. O enredo, a historia, os personagens, tudo! E A-D-O-R-E-I a capa, meu Deus, um excelente trabalho da editora Pandorga.

Isobel é uma garota que tem tudo o que poderia querer. Uma melhor amiga, um namorado jogador de futebol americano, uma posição social de dar inveja na hierarquia escolar. O que ela não esperava era ter que acabar fazendo um trabalho de inglês sobre o macabro escritor americano Edgar Allan Poe e ter de fazê-lo com o garoto mais estranho e calado que ela conhecera.

O romance não é exatamente o foco da história, mas eu diria que gostei do modo estranho de Vernan Neathers. O que a maioria das pessoas não sabe sobre ele, é que ele vive em meio a dois mundos, o dos sonhos e o real. E Isobel acaba sendo arrastada para tudo isso.
Isobel, não é perfeita, muitas pessoas a odeiam e grande parte da escola já foi meio que esnobada por ela. O que achei extremamente interessante foi como a autora conseguiu nos mostrar que Isobel, não é tão má quanto parece e sabe como defender aquilo o que acredita (o tapa na cara de tal pessoa foi demais!). Os mistérios do livro só são finalmente solucionados bem no final, e Kelly Creagh me surprendeu com sua escrita de suspense bem arquitetada e formada. Pude ler em cada palavra sua admiração por Poe e nunca me cansava das cenas imprevisíveis que essa talentosa escritora podia me levar a viajar. Adorei cada parte e não sabia que era uma série, imagina minha surpresa ao ler as últimas palavras e não serem as esperadas. Ou devo dizer, imagine meu desespero. Amei tudo, desde a mudança de Isobel, Gwen e suas maluquices, Steve (e mais precisamente seu casaco, torcendo pelos dois!), o irmão de Isobel (muito fofo) e mesmo Brad (que parecia totalmente um idiota inicialmente). Minha curiosidade a respeito de Reynolds não foi exatamente saciada, mas esperarei com paciêcia pelo próximo da série.
Recomendo muito, nunca tinha lido um livro desse gênero, totalmente inovador para mim, então espero que também gostem de um enredo meio assustador e instigante.


Beijocas escritas em tinta rocha,

Muahahahaha. Vi. TipoLinhas.

P.S: Obras de Poe citadas no livro: O Corvo, Assassinato na Rua Morgue, Máscara da Morte Rubra, etc.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A Ascensão dos Nove - Os Legados de Lorien

Ola leitores!
Aqui vai o post do terceiro livro da serie de Pittacus Lore, A Ascensão dos Nove.

"Antes de encontrar John Smith, o Número Quatro, eu estava sozinha, lutando e me escondendo para continuar viva. Juntos, somos ainda mais poderosos. Mas isso só vai durar até precisarmos nos separar para localizar os outros. Fui até a Espanha em busca da Número Sete e encontrei mais do que esperava: um décimo membro da Garde, que conseguiu escapar vivo de Lorien. Ella é mais jovem que o restante de nós, mas igualmente corajosa. Agora estamos à procura dos outros — de John inclusive. (Seis)" - Skoob.

Pessoal, muitas coisas interessantissimas acontecem nesse volume da serie. Claro que com seus altos e baixos, ela ainda consegue ser uma boa historia para se ler. Incrivelmente viciante, nao consegui parar de ler ate chegar na ultima pagina restante. Amei o rumo que esse livro tomou, desenvolvendo outros Numeros ja citados no final do ultimo livro (O Poder dos Seis) como o Nove, a Sete, tambem conhecida como Marina, e a Dez. Creio que infelizmente teremos, nós meros mortais e terraqueos, que esperar pela continuacao da trama no proximo volume. O que eh muito frustante devo acrescentar. Espero que os fans desses alienigenas superdotados, com um toque de herois da marvel, nao percam amor pela serie nem a larguem, a coisa mais horrivel a se fazer na minha opiniao. Nao eh o melhor titulo que ja li esse ano, mas mesmo assim recomendo.

Beijocas de outro mundo,

--------Vi. TipoLinhas.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A Filha do Sangue - Lendas do Mundo Emerso

Avidos leitores, hoje eu vim postar sobre o segundo livro da serie Lendas do Mundo Emerso de Licia Troisi. Tenho que avisar que este post vai ser longo.

O mal implantado pelo povo dos elfos no Mundo Emerso está dizimando as cidades e vilas em um redemoinho de violência e desespero. Enquanto a sacerdotisa Theana busca uma cura para a doença e a Rainha Dubhe organiza uma fraca resistência contra o exército de elfos, a única esperança do Reino corre o risco de desaparecer: Adhara, a garota sem passado. Ela é muito mais que uma guerreira, é uma arma, a mais poderosa arma já vista pelo Mundo Emerso. Acima de tudo, Adhara não é uma predestinada, é uma Consagrada, criada com o único propósito de combater o Marvash, o mal absoluto que eternamente se alterna com o bem no ciclo da história. Mas o seu destino era outro, a vida mortal abandonada no campo, e o destino quer retomar seu curso, sob o preço de destruí-la. Inimigo inesperado impede a missão de Adhara: não mais seu amor por Amhal e seu mal, e nem a loucura da praga, mas uma sombra pedira um preço alto - Skoob

Tudo bem, eu admito, eu me irritei. Primeiro porque muitas vezes nao ha coerencia nas acoes que guiam as personagens. Claro que procuramos herois, pessoas boas capazes de combater o mal como em qualquer outro livro, porem Licia Troisi fez o inimaginavel, ela fez pessoas erroneas. Pessoas que possuem defeitos (muitas vezes extremamente irritantes) e tomam decisoes erradas. Nao temos nunca a certeza concreta da personalidade dos personagens que pode mudar de um minuto para o outro. Adhara eh a unica que mais gostei (com exceçao de Adrass bem no final do livro) porque seu coraçao eh enorme. Nao importa as burradas que Amhal, Adrass, ou Amina fazem (uau essa autora gosta de nomes com A) ela simplesmente nao desiste deles. A fidelidade e a compaixao dela eh uma das suas melhores qualidades, e admito que em seu lugar ja teria desistido de tanta gente chata e mal-agradecida. Porem eu ainda nao me decidi se gostei, pelo fato de serem pessoas quase reais com defeitos e tal, ou se nao gostei, pelo fato das personagens serem extremamente estaveis e (sim eu vou repetir) irritantes.
Theana, a Ministro Oficiante eh uma pessoa nao muito aberta a novas ideias e meio cabeca dura. Achei ela muito cheia de si por ser uma pessoa de influencia e certo poder. E o fato dela nunca ouvir os outros e fazer o que bem quer me irritou de mais. Amhal desempenhou um melhor papel no final do livro, porque sinceramente desde o meio do primeiro e o quase final do segundo eu jurava que ele nao tinha sequer um sentimento profundo sobre Adhara. Parecia que toda sua humanidade estava guardada numa caixinha que foi jogada no mar. E para variar me irritei. Parecia que nossa protagonista estava lutando por algo inutil, sem esperancas. E tambem tem Amina, a princesa. Meu Deus se eu pudesse entrar dentro do livro e dar uns tapas naquela menina eu daria. Pelo menos todas as meninas mimadas que eu ja li em livros tinham um sentimento mais profundo, porem mesmo que ela mostrasse algum eu ainda tinha vontade de dar um tapa estralado em sua face.
Gostei bastante de Kalth que se mostrou um excelente rei apesar de so ter doze/treze anos e a rainha Dubhe volta ao seu amado campo de batalha e lidera o exercito contra os elfos com coragem e insistencia.
Apesar de ter quase desistido de ler diversas vezes eu recomendo para aqueles que querem experimentar diferentes tipos de ficcao italiana e gostam de novos desafios como eu.

Esse post foi mesmo grande, mas sou obrigada a acrescentar que depois de todo esse meu duelo de pensamentos contraditorios, eu AMEI a batalha (nao definitiva) entre Amhal e Adhara finalmente ela teve a coragem suficiente para fazer hematomas e concusoes bem merecidas no bad guy. HA! E mesmo com tudo isso estou curiosa para ler os outro livros, que como eu disse eu fui bem esperta de nao ler na ordem das serie, mas tudo bem.

Acho que eh isso pessoal.
Beijocas estraladas na bochecha e vou me.

Vi. TipoLinhas.

domingo, 9 de setembro de 2012

Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare

Apesar de ja ter visto milhares de vezes os livros Cidade dos Ossos, Cidade de Vidro e Cidade das Cinzas da editora Record nas livrarias nunca terminei de ler a serie (eu so li o primeiro) e eu sei que eh um crime porque ja me falaram que eh muito bom. Inclusive uma nova serie que se passa no mesmo "universo fantastico", mas em outro tempo tambem esta sendo lancado no Brasil (Pecas Infernais).
O que muitos ja devem saber, mas mesmo assim vou dizer, eh que a serie esta sendo adaptada cinematograficamente (uau que palavrinha) e os atores principais ja foram escalados pro papel. A estreia esta marcada para 23 de Agosto de 2013
Deixando bem claro para os fas (bem fas mesmo) da serie que eu nao estou dando de pouser, mas sim informando leitores sobre o fato mencionado.

Jace Waceland - Jamie Campbell Bower (Harry Potter e As Reliquias da Morte, Lua Nova)

Clary Fray - Lily Collins (Espelho, espelho meu; Sem Saida; Padre)

Simon Lewis - Robert Sheehan (Cherrybomb, A Caca as Bruxas)

Isabelle Lightwood - Jemima West

Alec Lightwood - Kevin Zegers (Coisas de Meninos e Meninas, Zoom: Academia de Super Herois)

Valentin Morgenstern - Jonathan Rhys Meyers (The Tudors)

Jocelyn Fray - Lena Headey (Guerra dos Tronos, Os Irmaos Grimm)



 Fotos de Jace e Clary, na segunda Lily Collins ja aparece meio ruiva.
 

Robert, Jamie, Lily, Kevin e Jemima(Simon, Jace, Alec, Clary e Isabelle) aparecem na foto.


Eu sinceramente adorei a escolha para Clary. E para quem nao sabe Alex Pettyfer era quem inicialmente iria interpretar Jace (Eu Sou o Numero Quatro), mas justamente por ser muito fa da serie preferiu nao fazer o papel por nao querer fazer filmes focados no publico jovem-adulto. Mas ele era o indicado a favorito pelos fas.

Acho que eh isso gente, vou me pois, embora.
Beijocas mortais,


Vi. TipoLinhas.


Sete Vidas - Monica e Monique Sperandio

Ola leitores!
Recentemente (nesse feriado) comprei Sete Vidas, da editora Underworld. Para começar eu já sabia sobre o livro porque vi no Skoob, e na pagina do livro falava que as autoras ainda estavam procurando uma editora para publica-lo, e qual foi minha surpresa quando eu acho este exemplar, provavelmente o ultimo, na livraria? Devo dizer que comprei na hora. Ainda mais (a): pelo fato da capa ser linda; (b):de ser um autentico brasileirinho verde e amarelo e (c): por ter sido escrito por gêmeas (me identifiquei :D).
Gostei da ideia do livro e me surpreendi quando vi que nao somente tinha como protagonista uma garota espirituosa, mas também mitologia grega e uma garota morta no lago (poderia existir melhor combinacao? Soei e filosofei como Castle)! Bem vamos a historia.

Na pequena cidade de Moonville, Aprilynne Hills é conhecida como a rebelde do orfanato Joy Lenz. Sua vida se resume em quebrar regras e aceitar desafios. Após perder uma aposta de sua inimiga Angelique, tudo toma um rumo inesperado. Encontrar uma garota morta em um lago e começar a ter alucinações não estava em seus planos. Descobrindo poderes que nunca imaginou ter, April contará com a ajuda de poucos para resolver um mistério que envolve até deuses do antigo Egito. Mistérios, segredos, lutas e romance te aguardam nessa narrativa que promete tirar o fôlego dos leitores em cada página.
Vamos as criticas boas e ruins. Primeiro, eu percebi uma leve semelhanca entre Camie, Liz e Becket de Galagher Girls e Aprilynne, Claire e Kaleigh, principalmente o jeito que Kaleigh por muitas vezes eh impulsiva, vingativa e engracada, mas isso eh não eh uma critica ruim, pelo contrario gostei bastante. A historia de Sete Vidas dah muitas reviravoltas, fatos inesperados sao revelados, e os momentos descritivos no Egito Antigo sao bem formados e adorei esse nome Sete Vidas (meio hit, sabe?).
Mas por outro lado nao entendi muito bem a personalidade de Elizabeth que muda do nada. Sem dizer que tambem achei que muitas partes em que Ian aparece poderiam ser melhor desenvolvidos (queria mais momentos romanticos, entende?). Ah e tambem ouve uma duvida sobre Sarah que se eu falar vai ser spoiler, entao vou ficar na minha. Entretanto analisando o enredo num todo gostei bastante e estou a espera do proximo ja que eh uma saga.


Fiquei a espera de um epilogo sobre as meninas do orfanato, um final a respeito delas, mas nao veio. De qualquer forma recomendo a leitura do livro para todos. Seria otimo ver mais autores brasileiros nas estantes de literatura infanto-juvenil e juvenil, nao e?

Para os curiosos elas tambem tem um blog: gemeasthings.blosgspot.com

Fico por aqui.
7 beijocas infinitas,


Vitoria.TipoLinhas.


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Voto de Minerva

Quem nunca ouviu falar de Hércules (ou Herácles), Zeus ou Troia?
A maioria das historias gregas são classicos no qual ouvimos por ai, versões resumidas, versos dramatizadas, filmes não tão fieis assim ao verdadeiro mito. Entretanto sempre ha aqueles curiosos e interessados que querem descobrir a verdadeira versão ou mesmo a historia inteira, como eu. E foi por isso que eu acabei comprando a Coleção Mitologia da Super Interessante. Na verdade a Soso acabou me convencendo, sendo ela minha "Minerva".
A coleção possui três livros. Um sobre deuses, o segundo sobre heróis e o terceiro sobre lendas.


A serie eh extremamente interessante contando sobre muitas historias famosas e outras nem tanto. Para quem se interessa sobre esse assunto recomendo mesmo. Adorei!
Apesar de ter muitos nomes mesmo para saber, eu já meio que sabia bastante então não foi difícil de entender quem era quem, mas não sei se ficaria complicado para quem não sabe se quer que Zeus eh o deus dos raios. Então fica a dica. 

Beijocas poderosas e lendárias,


Vi.TipoLinhas.


P.S.:Para quem não sabe o "voto de minerva" foi um trocadilho já que veio da historia de um tragedia grega chamada Édipo Rei. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Gente se liga nisso...

Eu tirei uma foto e também bati um papo com Marcelo Paschoalin o autor de A Ultima Dama do Fogo. Ele foi muito gentil e obviamente eu pedi para ele assinar o meu livro.


E o fato foi que eu tirei uma foto que está no vídeo!!!
Esta sou eu!!!

Quando eu terminar de ler, eu posto no blog, OKE foi isso minha gente!!!

Beijocas virtuais. 
Vi. TipoLinhas.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Mundo Emerso

E ai?
Eu passei pra postar sobre Lendas do Mundo Emerso. Mas já vou avisando, diferentemente de mim, comecem a serie do começo.

Cronicas do Mundo Emerso




















1- A Garota da Terra do Vento
2- A Missão de Senar
3- O Talismã do Poder
Guerras do Mundo Emerso

1- A Seita dos Assassinos
2- As Duas Guerreiras
3- Um Novo Reino


Lendas do Mundo Emerso

  








1- O Destino de Adhara
2- Filha do Sangue
3- (Não lançado no Brasil ainda)

Recomendo!!! Beijocas turbinadas!


#####Vi. TipoLinhas.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Heather Wells

E ai gente?

Hoje eu vou comentar um pouco mais a respeito da nossa DIVA da literatura estrangeira, Meg Cabot. Na verdade mais especificamente sobre a série Heather Wells. Prometo que não tem spoilers. Para quem não conhece é uma série de livros a respeito de uma cantora decadente que acabou de perder o namorado e descobriu que todos os seus fãs cresceram e agora a odeiam. Alem disso, assim como todas as mulheres, ela se encontra num conflito com a balança. Heather está com problemas financeiros e consequentemente é forcada a procurar um emprego. O que a leva a trabalhar num alojamento de uma faculdade de Nova Iorque.
O primeiro livro da série chama-se Tamanho 42 não é gorda. onde a trama gira em torno de um assassinato de uma jovem diretora assistente que trabalhava no mesmo alojamento onde Heather Wells trabalha.


A historia é totalmente contagiante, sem dizer envolvente. Entre o chick-lit e o romance policial Meg não erra nessa estreia magnifica de uma personagem corajosa e destemida. Amei cada parte e recomendo a série totalmente. Algo que me chamou a atenção foi como Meg Cabot enfatiza a frustração pessoal da personagem pelo fato de não ter ingressado na faculdade porque estava ocupada demais com a fama, o que tenho certeza que é a realidade de muitas pessoas.
Para ser mais especifica eu ADOREI, e o toque de humor da autora não passa despercebido, já que essa é uma das marcas registradas dela.
Recomendo e ainda acrescento uma nota. O quarto livro já saiu nos EUA e se chama "Size 12 And Ready to Rock", Tamanho 42 e Preparada Pra Arrebentar (ou algo assim).


Beijocas de cupcakes.



*****Vi. TipoLinhas.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Graceling - O Dom Extraordinário

E aí gente?
Hoje eu vou falar sobre um livro fantástico. Graceling - O Dom Extraordinário.
Eu já estava de olho no livro a algum tempo, passava na livraria e lia a sinopse, virava o livro em minhas mãos analisava o trabalho na capa, mas estava meio sem grana, sabe? Fiz isso algumas vezes.
Até que finalmente comprei o livro e essa história com muitos rodeios chegou ao fim. Ou devo dizer, somente começou.

Em seu livro de estreia, Kristin Cashore leva os leitores para o incrível mundo dos sete reinos, onde vive Katsa, uma jovem guerreira que descobre ter uma habilidade extraordinária: o dom de matar. Combinando elementos de fantasia e romance, a autora retrata habilmente as descobertas e as angústias da garota, evitada e temida pelo seu dom. O livro alcançou a lista dos mais vendidos do The New York Times e recebeu diversos prêmios, entre eles o de livro do ano da prestigiada Publishers Weekly.
A jovem guerreira Katsa tem olhos de cores diferentes: um azul e outro verde. Esta peculiaridade não ressalta apenas a beleza da jovem, mas também a marca de um verdadeiro Graceling, alguém com um dom extraordinário. Alguns são excelentes nadadores, dançarinos, cozinheiros, matemáticos. Mas o dom de Katsa é diferente e único: ela possui a habilidade de lutar e matar. Por causa disto, é usada como assassina pelo cruel rei de Middluns, o seu próprio tio. Consumida pela culpa, Katsa cria o Conselho, uma confraria, a partir da qual passa a promover missões secretas para prevenir injustiças e lutar pela liberdade. Combinando elementos de fantasia e romance, Cashore retrata habilmente as crises, descobertas e angústias de Katsa. Com uma escrita elegante e personagens inesquecíveis, Kristin Cashore cria uma fantasia empolgante, uma aventura que desafia a própria morte, e uma belíssima história de amor
.  

Se eu pudesse colocar em palavras o que senti quando li o livro, talvez eu usasse adjetivos como: demais, empolgante, perfeito, romântico, aventureiro e brilhante. Entretanto pessoalmente acho que essas meras palavrinhas não fariam jus ao livro. Porque  lendo para saber como Kristin Cashore conseguiu juntar fantasia, romance e aventura sem sair dos trilhos, sem deixar o livro "brisado" ou "sem noção".  Num enredo completamente maravilhoso e de tirar o fôlego.
Leitores, eu devo apontar que existem algumas situações completamente difíceis de descrever. 
A) Deserto. B) Floresta e C) Neve.
Claro que existem outros, mas essas são as três que me veem sempre a mente. 
Lugares como esses são chatinhos porque acabam se tornando monótonos e cansativos de ler. Porem essa escritora teve a proeza de escrever sobre dois desses tópicos, floresta e neve, sem deixar, nem por um segundo, o livro chato ou cansativo. 
Sem mencionar Po, ou mesmo a personagem principal Katsa que consegue ser forte e inspiradora. Não direi nada sobre o romance ou sobre o mistério que envolve a historia, mas deixo claro que a leitura vale a pena e eu  classifiquei como melhor livro do ano! Não é a toa que ele ganhou vários prêmios.
Um ponto que percebi foi que Katsa parece um pouco com a Katniss, e outra é que a Princesa Bitterblue me lembrou muito da Rue!
Para quem não sabe Graceling é o primeiro de uma serie de livros.
AMEI O FINAL!!!

Beijocas extraordinárias,


++++++Vi. TipoLinhas.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Jogador Número 1 - Ernest Cline

Olá leitores.
Para quem gosta de ficção e distopias (acabei de descobrir que AMO distopias), eu acho que Jogador Número 1 pode vir a interessá-los.

Em um futuro não muito distante, as pessoas abriram mão da vida real para viver em uma plataforma chamada OASIS. Neste mundo distópico, pistas são deixadas pelo criador do programa e quem achá-las herdará toda a sua fortuna. Como a maior parte da humanidade, o jovem Wade Watts escapa de sua miséria em OASIS. Mas ter achado a primeira pista para o tesouro deixou sua vida bastante complicada, parece que o mundo inteiro acompanha seus passos, e outros competidores se juntam à caçada. Só ele sabe onde encontrar as outras pistas: filmes, séries e músicas de uma época que o mundo era um bom lugar para viver.

Achei o livro legal logo de primeira. Na verdade a Sofia achou esse livro da editora Leya e disse que ele era a minha cara. O que devo dizer: ela estava certa. Apesar do livro ter saído da imaginação do autor eu poderia jurar que ele pegou uma máquina do tempo e foi para o futuro detalhando tudo o que via em seu livro. A riqueza de detalhes, a falta de contradição, tudo isso fez parecer como se esse futuro existisse de fato ao invés de ter vindo de uma mente brilhante. Gostei do ritmo do livro, dos detalhes, e ainda mais do fato de que a cada  momento que uma pergunta surgia em minha mente sobre isso ou sobre aquilo, ela era rapidamente esclarecida. Como por exemplo: como será que o jogo é tão real para quem o joga? No óculos especial que todos usam para jogar, é fabricado uma "nova retina", para o jogador sentir como se estivesse de fato olhando para isto e para aquilo. Ou, como as pessoas vão para a escola? Elas não precisam sair de casa, o seu avatar vai a escola e você aprende sem sair do lugar. Se precisar fazer uma excursão o fundo muda e você visita Roma virtualmente.
E adorei como ao mesmo tempo o livro é futurista e antigo. Deixe-me explicar. O autor do OASIS era um fanático pelos anos 80, então há muitas citações (muitas mesmo) dos primeiros videogames inventados, de bandas, séries e filmes da década de 80. 
Apesar do livro ter umas 460 páginas, eu li bem rapidinho porque não conseguia desgrudar dele.
A Warner Bros já comprou os direitos cinematográficos, o próprio autor irá escrever o roteiro, e terá produção de Donald de Line (Lanterna Verde) e Dan Farah (Assalto ao Carro Blindado).

E só isso gente. 
Beijocas e pixels. 

<Vi. TipoLinhas>
P.S: Acho que somente uma parte eu tiraria do livro, que eu não gostei, mas o enredo continua sendo muito bom.