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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Throne of Glass

Olá, bookaholics.
Vim hoje neste determinado local (tecnicamente), neste determinado minuto, para fazer mais uma de minha maravilhosas resenhas (mentira) de livros em inglês.
Eu sei que as vezes pode ser meio chato para quem não lê, mas sempre achei interessante estar ligada no mundo literário virtual ou não.
Throne of Glass (Trono de Vidro) é extremamente interessante, apesar de ter me recordado um pouco de Jogos Vorazes em alguns aspectos. Primeiro, Caelena Sardothien é tão eficaz e habilidosa quanto Katniss.
Segundo, há sim um triângulo amoroso (já mencionei o quanto eu odeio triângulos? Prefiro linhas retas, obrigada). E terceiro, há 24 assassinos, ladrões, e mercenários competindo para serem the King's Champions (o Campeão do Rei).
Caelena (que se lê Celena em inglês, tipo Caesar é César) é uma garota muito forte e decidida. Sabe o que quer, e isso consiste em não fazer amizades com ninguém e ser a melhor.
Bem, assim como Katniss, Caelena falha na primeira façanha. E meio que na segunda também, já que como ela é a única mulher competindo ela tem de enganar para que todos a subestimem, fazendo-os achar que ela é só mais uma mulher indefesa.
As aparências enganam...

A capa de cima é a minha, a debaixo eu acho que é a britânica. 
A tradução para o espanhol ficou Trono de Cristal.

Depois de servir um ano de trabalho duro nas minas de sal de Endovier para seus crimes, a assassina Celaena Sardothien de dezoito anos, é arrastada ao encontro do príncipe herdeiro. O Príncipe Dorian lhe oferece sua liberdade sob uma condição: ela deve atuar como sua campeã em um concurso para encontrar o novo Assassino Real. Seus adversários são ladrões, assassinos e guerreiros de todo o império, cada um patrocinado por um membro do conselho do rei. Se ela bater seus adversários em uma série de eliminações, ela irá servir o reino por três anos e, em seguida, ser concedida sua liberdade. Celaena encontra suas sessões de treinamento com o Capitão da Guarda, Chaol Westfall, desafiadoras e exautivas. Mas ela está entediada com a vida na corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela ... mas é o rude Capitão Westfall que parece entendê-la melhor. Então, um dos outros concorrentes aparece morto ... rapidamente seguido por outro. Será que Celaena conseguirá descobrir quem é o assassino antes que ela se torne a próxima vítima? Ao passo que Caelena investiga, sua busca a leva a descobrir um destino maior do que ela poderia ter imaginado.

Gostei bastante, mas esse infelizmente é só o primeiro da série. 
Entretanto no final do livro a autora nos conta que Throne of Glass foi baseado na história famosa de Cinderela, e que com o tempo a levou a isto. As versões originais foram publicadas na FictionPress, um site em que fãs de literatura de todo o mundo (a maior parte americanos e canadenses) publicam suas histórias (sendo fanfiction ou não) e os leitores incentivam e dão suas opiniões. Foram esses fãs que convenceram a autora, Sarah J Maas, a publicar o seu livro. Superlegal!
Pessoal eu acho que é isso. Adorei o senso de humor da personagem, que é incrivelmente madura e profunda. Sem mencionar Nox, adorei ele!
Pra variar, eu estou torcendo para que Caelena fique com o Capitão, apesar da autora já ter mostrado certa preferência ao Príncipe Dorian. Eu só achei muito clichê a personagem ficar com o príncipe encantando (e mulherengo) da história. Porque em outros casos eu sou totalmente a favor de príncipes. 

Beijocas de tapioca, 

Vi. TipoLinhas. 
PS.: Caso haja dúvida, FANFICTION são histórias criadas por fãs de algum livro(ou série) em especial, usando o mesmo "universo", porém mudando o enredo ou rumo da trama.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Cinder...de Cinderela?


E aí galera leitora?

Eu vim postar sobre Cinder, de Marissa Meyer.
Só pra começar adorei a capa que faz alusão a Cinderela, aquela tal mocinha coitada que era maltratada pela sua madrasta e que perde seu sapatinho de vidro delicado encontrando seu príncipe encantado.
Eu acho que já ficou um pouco claro em outras postagens o quanto eu gosto, tanto de contos de fadas, quanto suas readaptações.
Bom, imaginem qual bom foi minha reação ao descobrir que existia uma enviada dos céus escritora que teve a genialidade de fazer nossa protagonista não só alienígena, como também ciborgue?

Uma dica: A Soso ficou meio surda. E saiu de fininho fingindo que não me conhecia. Apesar de ter sido uma tentativa falha, já que...sejamos diretos, ela tem a mesma cara que a minha. 


Os seres humanos e andróides lotam as ruas barulhentas de Nova Pequim. Uma praga mortal devasta a população. Do espaço, um povo cruel da Lua assiste, esperando para fazer seu movimento. Ninguém sabe que o destino da Terra está nas mãos de uma menina. . . .

Cinder, uma mecânica talentosa, é um ciborgue. Ela é uma cidadã de segunda classe, com um passado misterioso, sempre insultada por sua madrasta, quem por sua vez a acusa pela doença de sua irmã de criação. Mas quando sua vida torna-se entrelaçada com o belo Príncipe Kai, de repente ela se encontra no centro de uma luta intergalática, e uma atração proibida. Presa entre o dever e lealdade, liberdade e traição, ela deve descobrir segredos sobre seu passado para proteger o futuro do seu mundo.


Eu simplesmente adorei. Tudo mesmo. Desde a personalidade madura de Cinder, ao jeito descontraído e único de Iko, uma android com personalidade independente demais. Adorei o ritmo, a fluidez de enredo, a naturalidade do mundo descrito no futuro, as aulinhas de mecânica básica, as pequenas notoriedades de cada personagem sendo principal ou secundário, e obviamente o nosso Príncipe Encantado. O Príncipe Kai.
Bom, charmoso e encantador ele já é, o que faltou foi um final feliz, já que The Lunar Chronicles na verdade é uma série de quatro livros (o segundo, Scarlet já está para sair nos EUA). Todos já tem título, e no Brasil virá pela Rocco.
Mencionei que achei tão perfeitas as descrições da autora, que inclusive pareceu que ela pegou uma máquina do tempo e viajou pro futuro só pra contar tudinho pra gente (se este for o caso, por favor me leve junto da próxima vez!)?

Além de Incluir também habitantes da Lua que tem super poderes e tudo.

Gente gostei de verdade, é o tipo de série best seller que vai estourar rapidinho com direito até, se der, a um filminho. Amei!

É isso aí galera. Super recomendadíssimo! Cinco estrelas!


Vi.TipoLinhas.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Once...

Once, de Cameron Dokey, reconta três contos de fadas famosos.

Before Midnight conta a história da Cinderela, mas com aspectos bem mais interessantes no enredo. Em primeiro lugar Cinderela se chama Cendrillon, a versão francesa do nome da princesa, segundo, a tal famosa madrasta má não é malvada coisa alguma e... bem, o resto vocês vão ter que ler para saber.

Golden conta a história de Rapunzel numa versão com, hum, menos cabelo. Melhor dizendo, careca. É isso mesmo. A tal donzela de longas madeixas douradas na verdade não tem cabelo algum. Uma versão no mínimo interessante, não? 

E por último temos Wild Orchid, a história da Mulan, a heroína da China. Um conto bem menos conhecido. 

Houveram muitas razões para que eu gostasse do livro. O primeiro foi a escrita. A autora tem uma maneira tão leve e madura de escrever que a história passa sem problemas, e devo dizer, quase sem erros. Do modo como lemos nos parece, inclusive, fácil de se recontar fábulas mundialmente conhecidas. Sem dizer, que cada história possui uma moral profundamente intrigante e educativa. Admito que tive até vontade de, se um dia tiver filhos (só meninas no caso né, acho que garotos não gostam disso), ler para eles antes de dormirem. 
O segundo motivo foi (obviamente) Mulan. Quer dizer quantas princesas de contos de fadas entraram numa guerra, ganharam e ainda acharam o amor verdadeiro? Demais, né? Todos lembram das princesas que só captaram os olhos dos príncipes por que eram bonitas, mas não lembram das que tinham um cérebro? Quando eu era pequena eu podia até gostar da ideia de ser uma princesa, mas pelo menos eu sonhava em ser uma que segurava uma espada e um arco e flecha.

A história que eu menos gostei foi Before Midnight porque o romance é muito curto, e fala muito sobre amor a primeira vista, ou seja, te vi, já estou de amando, vamos nos casar.
Golden fala sobre as aparências e Wild Orchid sobre coragem.
Adorei que a autora deixasse no final das duas primeiras histórias explicações a respeito delas. E na verdade ela fez Rapunzel sem cabelo em homenagem conhecidos dela que tem uma doença chamada alopecia areata.

Recomendo muitíssimo. Adorei mesmo!!!
Pelo que vi existem outros contos com o mesmo estilo. Depois eu faço um post sobre isso.

É isso pessoal.

Beijocas de amor verdadeiro,


Vi. TipoLinhas.