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domingo, 8 de abril de 2012

Battle Dress - Amy Efaw

Olá novamente, muitas postagens nesse feriado, hem? 
Foi neste fim de semana de Páscoa que eu li Battle Dress, de Amy Efaw.

"Este lugar é duro, Davis. É preciso auto-disciplina. Não as regras que West Point coloca em você, mas as regras que você coloca sobre si mesma."

Uma história sobre uma garota de 17 anos que entra para West Point. 
O enredo conta como uma simples garota com problemas familiares e emocionais vence tudo e redescobre a si mesma.

Andi Davis está à procura de uma fuga da sua desorganizada e disfuncional vida familiar, e West Point parece ser a única forma lógica de fuga. Andi descobre que, dado à tudo o que ela teve que aturar em casa, West Point vai ser uma leve brisa. Mas nada poderia tê-la preparado para as primeiras seis semanas de treinamento de cadetes, mais conhecido como Fera.
Andi é comandada, menosprezada, e desgastada durante o treinamento, muito cansativo que é projetado para destruir cadetes e depois reconstruí-los soldados. Os cadetes de classe superior latem ordens tão rápido que fazem sua 
cabeça girar, e o fato de que ela é apenas uma das duas garotas em seu pelotão torna as coisas ainda mais difíceis. Mas Andi decide que qualquer coisa é melhor do que voltar para casa, qualquer coisa.

Este primeiro romance de Amy Efaw da classe de West Point, de 1989, é um poderoso e emocionante ponto de vista de uma intensa 
comunidade particular com suas próprias regras e regulamentos. Ela nos mostra os terrores e triunfos daqueles que querem pertencer a uma equipe.

Adorei a historia de superação. Adorei a força de Andi que transpassa das linhas à nós, como uma mulher com um propósito pode provar a si mesma e a todos os homens que ela é capaz.
Tive ela como um exemplo de auto disciplina e força. 
As páginas passavam mais rápido do que eu podia contar, os desafios eram mais difíceis a cada linha e cada vez mais eu me identificava com o fato de querer ter um propósito. De querer ter a garra que Andi tinha, torcendo por ela, torcendo para que ela não desistisse, de querer ter algo pelo que lutar. Porque em West Point completar um desafio não era o suficiente. Dar o seu máximo era. 
E pensei nisso como uma nova política para minha vida. Porque não um dez ao invés de usual sete?
O próprio nome do livro pode dar outra ideia além da roupa manchada do exército (o nome do traje pode ser Battle Dress em inglês), podemos pensar em se vestir para a batalha. 
Há muitos outros exemplos de situações no livro que podemos aplicar como uma política em nossa vida, mas essa foi a mais forte para mim.

Há outras coisas extremamente legais no enredo, como por exemplo, as linguagens militares, a rotina de um novo cadete em treinamento da Fera entre outras coisas. As partes que mais me diverti foram os comandos gritados e as musiquinhas para marchar. Sem falar no número de xingamentos de um superior para um novo cadete. Descerebrados, cabeças-de-feijão, cabeças-vazias, entre outros "cabeças...". 

Pessoal, fico por aqui. 
Beijocas destemidas, 




!!!!!!!!!!!!Vi. TipoLinhas.


Frase do Livro - Eles não pareciam se importam que eu não era a melhor. Eu fiz o meu melhor. E isso era suficiente. (pg 266)

NEVER SURRENDER, SOLDIERS!!!




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