segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Delicias de mistério!!
Quem diria que Joanne Fluke continuaria com suas grandes receitas incriveis de mistério???
Em mais um livro da serie Hannah Swensen mysteries trazida ao Brasil pela editora Lua de Papel, nossa protagonista se vê metida na confusão do assassinato de Boyd Watson, ja que o treinador do único time de basquete da escola publica local da cidade de Lake Eden estava hum... como posso dizer? Com a cabeça esmagada em cima de seu agora bem famoso bolo de morango.
A principal suspeita eh uma de suas melhores amigas Danille Watson a esposa que sofria abuso físico do falecido, agora Hannah com sua teimosia e talvez um pouco mais que sorte de principiante tentará o máximo para tirar essa inocente da lista de suspeitos.
Com a ajuda de Mike, o detetive da cidade, de Norman, o dentista e de sua fiel escudeira e irma, o assassino não terá uma vida muito longa fora das grades.
Um livro cheio de receitas, boas pitadas de mistério e comedia, O Enigma do Morango eh o segundo livro que procede O Mistério do Chocolate.
Meus comentários
Hannah eh uma protagonista muito perspicaz e bem humorada, com ausência de vida amorosa dona da melhor e unica loja de cookies de Lake Eden, a Jarro de Cookies. Adorei seus momentos de pensamento logico que nos ajudam a acompanhar o raciocínio do percurso decorrido ate finalmente descobrirmos o assassino que esta mais para um vilão. O que eh extremamente raro em series de assassinato e mistério investigativo como CSI (as vezes me perco com as rápidas reviravoltas) e House (já ha tantos termos técnicos e complicados) e sei que atrapalha, mesmo sendo muito fã mesmo destas antes citadas.
Eu também adorei a irma de Hannah, a mulher ajuda para caramba (nos dois livros) e mesmo assim só recebe poucos créditos ao final.
Achei o ritmo dos fatos no geral lento (o mesmo do primeiro da serie) e do meio do livro para o final fiquei louca de impaciência!!!! Não sei porque, mas de repente elas citam varias teorias hipotéticas (aceitáveis e logicas) e do nada as esquecem as fazendo ficar totalmente cegas para achar o assassino!!! Ate que se deparam com a situação real que por GRANDE ironia do acaso estava em meio ha uma das teorias acima! Tipo ha????
Enfim, elas estão apenas aquecendo, certo? Nao são profissionais e espero e acredito fortemente que Joanne vai melhorar sua escrita com o passar da serie. ( E pelo o que pesquisei ha muitooooos livros ainda).
Ha um começo de triangulo amoroso neste livro, o que eh novidade, ja que não havia nadinha de nada no outro, mas fica bem claro que o forte da escrita (não tao forte assim) eh o misterio e a investigacao, a escritora retira quase TODAS as cenas de romance, como se estivesse "retirando" a parte chata, ela as adia o quanto pode!!! O que eh irritante e extremamente desestimulante para nos amantes do belo e velho romance (ahh! Suspiro apaixonado) rsrsrs.
Muitos beijos
Boa leitura!!!!
###Sofia### Tipolinhas.
P.S.> As 7 receitas sao otimas, mas gostei mais dos cookie rsrsrs
RECOMENDO o bolo de morango Swensen (mesmo que seja estranho, ja que o falecido foi encontrado nele)!!!
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Editora Lua de papel,
Hannah Swensen,
Joanne Fluke,
O Enigma do Morango
sábado, 17 de novembro de 2012
Nevermore - Kelly Creagh
Oi pessoal, eu terminei de ler Nevermore hoje de manha e estava louca para vir postar, mas não tive muito tempo. Em primeiro lugar me surpreendi demais (mesmo) com o conteúdo do livro. O enredo, a historia, os personagens, tudo! E A-D-O-R-E-I a capa, meu Deus, um excelente trabalho da editora Pandorga.
Isobel é uma garota que tem tudo o que poderia querer. Uma melhor amiga, um namorado jogador de futebol americano, uma posição social de dar inveja na hierarquia escolar. O que ela não esperava era ter que acabar fazendo um trabalho de inglês sobre o macabro escritor americano Edgar Allan Poe e ter de fazê-lo com o garoto mais estranho e calado que ela conhecera.
O romance não é exatamente o foco da história, mas eu diria que gostei do modo estranho de Vernan Neathers. O que a maioria das pessoas não sabe sobre ele, é que ele vive em meio a dois mundos, o dos sonhos e o real. E Isobel acaba sendo arrastada para tudo isso.
Isobel, não é perfeita, muitas pessoas a odeiam e grande parte da escola já foi meio que esnobada por ela. O que achei extremamente interessante foi como a autora conseguiu nos mostrar que Isobel, não é tão má quanto parece e sabe como defender aquilo o que acredita (o tapa na cara de tal pessoa foi demais!). Os mistérios do livro só são finalmente solucionados bem no final, e Kelly Creagh me surprendeu com sua escrita de suspense bem arquitetada e formada. Pude ler em cada palavra sua admiração por Poe e nunca me cansava das cenas imprevisíveis que essa talentosa escritora podia me levar a viajar. Adorei cada parte e não sabia que era uma série, imagina minha surpresa ao ler as últimas palavras e não serem as esperadas. Ou devo dizer, imagine meu desespero. Amei tudo, desde a mudança de Isobel, Gwen e suas maluquices, Steve (e mais precisamente seu casaco, torcendo pelos dois!), o irmão de Isobel (muito fofo) e mesmo Brad (que parecia totalmente um idiota inicialmente). Minha curiosidade a respeito de Reynolds não foi exatamente saciada, mas esperarei com paciêcia pelo próximo da série.
Isobel é uma garota que tem tudo o que poderia querer. Uma melhor amiga, um namorado jogador de futebol americano, uma posição social de dar inveja na hierarquia escolar. O que ela não esperava era ter que acabar fazendo um trabalho de inglês sobre o macabro escritor americano Edgar Allan Poe e ter de fazê-lo com o garoto mais estranho e calado que ela conhecera.
O romance não é exatamente o foco da história, mas eu diria que gostei do modo estranho de Vernan Neathers. O que a maioria das pessoas não sabe sobre ele, é que ele vive em meio a dois mundos, o dos sonhos e o real. E Isobel acaba sendo arrastada para tudo isso.
Isobel, não é perfeita, muitas pessoas a odeiam e grande parte da escola já foi meio que esnobada por ela. O que achei extremamente interessante foi como a autora conseguiu nos mostrar que Isobel, não é tão má quanto parece e sabe como defender aquilo o que acredita (o tapa na cara de tal pessoa foi demais!). Os mistérios do livro só são finalmente solucionados bem no final, e Kelly Creagh me surprendeu com sua escrita de suspense bem arquitetada e formada. Pude ler em cada palavra sua admiração por Poe e nunca me cansava das cenas imprevisíveis que essa talentosa escritora podia me levar a viajar. Adorei cada parte e não sabia que era uma série, imagina minha surpresa ao ler as últimas palavras e não serem as esperadas. Ou devo dizer, imagine meu desespero. Amei tudo, desde a mudança de Isobel, Gwen e suas maluquices, Steve (e mais precisamente seu casaco, torcendo pelos dois!), o irmão de Isobel (muito fofo) e mesmo Brad (que parecia totalmente um idiota inicialmente). Minha curiosidade a respeito de Reynolds não foi exatamente saciada, mas esperarei com paciêcia pelo próximo da série.
Recomendo muito, nunca tinha lido um livro desse gênero, totalmente inovador para mim, então espero que também gostem de um enredo meio assustador e instigante.
Beijocas escritas em tinta rocha,
Muahahahaha. Vi. TipoLinhas.
P.S: Obras de Poe citadas no livro: O Corvo, Assassinato na Rua Morgue, Máscara da Morte Rubra, etc.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
A Ascensão dos Nove - Os Legados de Lorien
Ola leitores!
Aqui vai o post do terceiro livro da serie de Pittacus Lore, A Ascensão dos Nove.
"Antes de encontrar John Smith, o Número Quatro, eu estava sozinha, lutando e me escondendo para continuar viva. Juntos, somos ainda mais poderosos. Mas isso só vai durar até precisarmos nos separar para localizar os outros. Fui até a Espanha em busca da Número Sete e encontrei mais do que esperava: um décimo membro da Garde, que conseguiu escapar vivo de Lorien. Ella é mais jovem que o restante de nós, mas igualmente corajosa. Agora estamos à procura dos outros — de John inclusive. (Seis)" - Skoob.
Pessoal, muitas coisas interessantissimas acontecem nesse volume da serie. Claro que com seus altos e baixos, ela ainda consegue ser uma boa historia para se ler. Incrivelmente viciante, nao consegui parar de ler ate chegar na ultima pagina restante. Amei o rumo que esse livro tomou, desenvolvendo outros Numeros ja citados no final do ultimo livro (O Poder dos Seis) como o Nove, a Sete, tambem conhecida como Marina, e a Dez. Creio que infelizmente teremos, nós meros mortais e terraqueos, que esperar pela continuacao da trama no proximo volume. O que eh muito frustante devo acrescentar. Espero que os fans desses alienigenas superdotados, com um toque de herois da marvel, nao percam amor pela serie nem a larguem, a coisa mais horrivel a se fazer na minha opiniao. Nao eh o melhor titulo que ja li esse ano, mas mesmo assim recomendo.
Beijocas de outro mundo,
--------Vi. TipoLinhas.
Aqui vai o post do terceiro livro da serie de Pittacus Lore, A Ascensão dos Nove.
"Antes de encontrar John Smith, o Número Quatro, eu estava sozinha, lutando e me escondendo para continuar viva. Juntos, somos ainda mais poderosos. Mas isso só vai durar até precisarmos nos separar para localizar os outros. Fui até a Espanha em busca da Número Sete e encontrei mais do que esperava: um décimo membro da Garde, que conseguiu escapar vivo de Lorien. Ella é mais jovem que o restante de nós, mas igualmente corajosa. Agora estamos à procura dos outros — de John inclusive. (Seis)" - Skoob.
Pessoal, muitas coisas interessantissimas acontecem nesse volume da serie. Claro que com seus altos e baixos, ela ainda consegue ser uma boa historia para se ler. Incrivelmente viciante, nao consegui parar de ler ate chegar na ultima pagina restante. Amei o rumo que esse livro tomou, desenvolvendo outros Numeros ja citados no final do ultimo livro (O Poder dos Seis) como o Nove, a Sete, tambem conhecida como Marina, e a Dez. Creio que infelizmente teremos, nós meros mortais e terraqueos, que esperar pela continuacao da trama no proximo volume. O que eh muito frustante devo acrescentar. Espero que os fans desses alienigenas superdotados, com um toque de herois da marvel, nao percam amor pela serie nem a larguem, a coisa mais horrivel a se fazer na minha opiniao. Nao eh o melhor titulo que ja li esse ano, mas mesmo assim recomendo.
Beijocas de outro mundo,
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Eu sou o numero quatro,
Pittacus Lore,
Vi
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Maquina de Criatividade
A maioria das pessoas ja viu de perto uma maquina de escrever e muitas teem curiosidade para tocar em uma. Acho que a maioria dos facinados pelo mundo das letras simplesmente consideram essa maravilha da antiga tecnologia uma Maquina de Criatividade.
Vamos aos fatos.
Como muitos sabem (acredito eu), eu e a Sofia somos irmas gemeas fraternas (nao identicas/univitelinas) e fazemos aniversario em outubro.
Imagine nossa surpresa ao ganhar dos meus tios uma dessas incriveis maquinas totalmente renovada e bem cuidada (nao eletrica) em pleno sabado? (uma semana antes da real data, mas o sentimento seria o mesmo das duas formas).
Eu simplesmente nao largo dela e o mesmo acontece com a soso, entramos num acordo mutuo pacifico, se acalmem.

Historia da Maquina de Escrever
Henry Mill era um compenetrado senhor inglês, que passou parte de sua vida na tentativa de encontrar um novo sistema de escrita mais veloz e muito mais claro que aquele feito a mão. Em 1714, conseguiu obter patente para um engenho mecânico, que permitia imprimir a escrita sobre uma folha de papel, por meio de alavancas. A história da mecânica para descrever pode, por assim dizer, tomar aquela data como ponto de partida, mas se passou quase um século antes que o sonho de Henry Mill tomasse forma concreta. Diga-se, também, que as primeiras máquinas eram um tanto embaraçantes, complicadas e barulhentas, pois não foram fabricadas pensando-se que devessem servir para tornar a escrita mais clara e legível, mas para servir de auxílio aos cegos, os quais sentados diante desta espécie de piano, podiam levantando alavancas dotadas de caracteres tipográficos, formar no papel, um pensamento.
Foi somente cerca de 1810 que se começou a conceber a idéia de que tal máquina poderia ser, também, utilmente usada pelas pessoas que vêem. Na América e na França, a iniciativa teve êxito. William Austin Burth obteve patente para um modelo que se chamou Typograph.
Alguns anos depois, o francês Progrin inventava um tipo de máquina em que, em lugar das alavancas com os caracteres tipográficos, martelinhos batiam, através de uma fita copiativa, sobre um cilindro central.
Um advogado de Novara, Giuseppe Ravizza, fabricou uma máquina de escrever em que o teclado permanecia fixo, enquanto, um carrinho movimentava-se com a folha de papel. A esse aparelho se chamou "címbalo escrivão".
Mas devemos citar também a historia no Brasil, Padre Francisco João Azevedo, da Paraíba, que, em 1861, apresentou, na Exposição das Províncias do Norte, no Rio de Janeiro, o seu Mecanógrafo, recebendo do Imperador D. Pedro II uma medalha de ouro. Ao mesmo tempo, na América, o rico armeiro Remington, construiu uma máquina de escrever segundo o modelo idealizado por um tipográfico genial, Sholes.
Desde essa época, a máquina progrediu muito e difundiu-se. Mas os tipos eram ainda miúdos e a escrita invisível, porque os martelinhos batiam na parte inferior do cilindro, ao passo que o invento de Ravizza, modelo 16, apresentava escrita visível. Daí por diante, as mais importantes nações da Europa e da América instalaram fábricas para a produção de máquinas de escrever em vasta escala, com a mesma disposição dos tipos no teclado (teclado universal).
Chegou-se, assim, ao começo do século XX e, até hoje, já foram criados muitíssimos modelos de máquina com aperfeiçoamentos sempre melhores, no intuito de tornar a máquina de escrever sempre mais veloz, prática, manuseável, silenciosa, elegante e ao alcance de todos. Outras máquinas de escrever, de tipos moderníssimos, são as empregadas para contabilidade e para cálculos: máquina estenográfica; a telescrevente; a criptográfica (que traduz mensagens cifradas).
A última fábrica que produzia máquinas de escrever não elétricas, a Godrej and Boyce em Bombaim, Índia, encerrou em 2011, depois de ter vendido menos de 1.000 exemplares no último ano, definitivamente tornou-se numa peça de museu.
Beijocas datilografadas,
Vi. TipoLinhas.
Vamos aos fatos.
Como muitos sabem (acredito eu), eu e a Sofia somos irmas gemeas fraternas (nao identicas/univitelinas) e fazemos aniversario em outubro.
Imagine nossa surpresa ao ganhar dos meus tios uma dessas incriveis maquinas totalmente renovada e bem cuidada (nao eletrica) em pleno sabado? (uma semana antes da real data, mas o sentimento seria o mesmo das duas formas).
Eu simplesmente nao largo dela e o mesmo acontece com a soso, entramos num acordo mutuo pacifico, se acalmem.
Historia da Maquina de Escrever
Henry Mill era um compenetrado senhor inglês, que passou parte de sua vida na tentativa de encontrar um novo sistema de escrita mais veloz e muito mais claro que aquele feito a mão. Em 1714, conseguiu obter patente para um engenho mecânico, que permitia imprimir a escrita sobre uma folha de papel, por meio de alavancas. A história da mecânica para descrever pode, por assim dizer, tomar aquela data como ponto de partida, mas se passou quase um século antes que o sonho de Henry Mill tomasse forma concreta. Diga-se, também, que as primeiras máquinas eram um tanto embaraçantes, complicadas e barulhentas, pois não foram fabricadas pensando-se que devessem servir para tornar a escrita mais clara e legível, mas para servir de auxílio aos cegos, os quais sentados diante desta espécie de piano, podiam levantando alavancas dotadas de caracteres tipográficos, formar no papel, um pensamento.
Foi somente cerca de 1810 que se começou a conceber a idéia de que tal máquina poderia ser, também, utilmente usada pelas pessoas que vêem. Na América e na França, a iniciativa teve êxito. William Austin Burth obteve patente para um modelo que se chamou Typograph.
Alguns anos depois, o francês Progrin inventava um tipo de máquina em que, em lugar das alavancas com os caracteres tipográficos, martelinhos batiam, através de uma fita copiativa, sobre um cilindro central.
Um advogado de Novara, Giuseppe Ravizza, fabricou uma máquina de escrever em que o teclado permanecia fixo, enquanto, um carrinho movimentava-se com a folha de papel. A esse aparelho se chamou "címbalo escrivão".
Mas devemos citar também a historia no Brasil, Padre Francisco João Azevedo, da Paraíba, que, em 1861, apresentou, na Exposição das Províncias do Norte, no Rio de Janeiro, o seu Mecanógrafo, recebendo do Imperador D. Pedro II uma medalha de ouro. Ao mesmo tempo, na América, o rico armeiro Remington, construiu uma máquina de escrever segundo o modelo idealizado por um tipográfico genial, Sholes.
Desde essa época, a máquina progrediu muito e difundiu-se. Mas os tipos eram ainda miúdos e a escrita invisível, porque os martelinhos batiam na parte inferior do cilindro, ao passo que o invento de Ravizza, modelo 16, apresentava escrita visível. Daí por diante, as mais importantes nações da Europa e da América instalaram fábricas para a produção de máquinas de escrever em vasta escala, com a mesma disposição dos tipos no teclado (teclado universal).
Chegou-se, assim, ao começo do século XX e, até hoje, já foram criados muitíssimos modelos de máquina com aperfeiçoamentos sempre melhores, no intuito de tornar a máquina de escrever sempre mais veloz, prática, manuseável, silenciosa, elegante e ao alcance de todos. Outras máquinas de escrever, de tipos moderníssimos, são as empregadas para contabilidade e para cálculos: máquina estenográfica; a telescrevente; a criptográfica (que traduz mensagens cifradas).
A última fábrica que produzia máquinas de escrever não elétricas, a Godrej and Boyce em Bombaim, Índia, encerrou em 2011, depois de ter vendido menos de 1.000 exemplares no último ano, definitivamente tornou-se numa peça de museu.
Beijocas datilografadas,
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A Filha do Sangue - Lendas do Mundo Emerso
Avidos leitores, hoje eu vim postar sobre o segundo livro da serie Lendas do Mundo Emerso de Licia Troisi. Tenho que avisar que este post vai ser longo.
O mal implantado pelo povo dos elfos no Mundo Emerso está dizimando as cidades e vilas em um redemoinho de violência e desespero. Enquanto a sacerdotisa Theana busca uma cura para a doença e a Rainha Dubhe organiza uma fraca resistência contra o exército de elfos, a única esperança do Reino corre o risco de desaparecer: Adhara, a garota sem passado. Ela é muito mais que uma guerreira, é uma arma, a mais poderosa arma já vista pelo Mundo Emerso. Acima de tudo, Adhara não é uma predestinada, é uma Consagrada, criada com o único propósito de combater o Marvash, o mal absoluto que eternamente se alterna com o bem no ciclo da história. Mas o seu destino era outro, a vida mortal abandonada no campo, e o destino quer retomar seu curso, sob o preço de destruí-la. Inimigo inesperado impede a missão de Adhara: não mais seu amor por Amhal e seu mal, e nem a loucura da praga, mas uma sombra pedira um preço alto - Skoob
Tudo bem, eu admito, eu me irritei. Primeiro porque muitas vezes nao ha coerencia nas acoes que guiam as personagens. Claro que procuramos herois, pessoas boas capazes de combater o mal como em qualquer outro livro, porem Licia Troisi fez o inimaginavel, ela fez pessoas erroneas. Pessoas que possuem defeitos (muitas vezes extremamente irritantes) e tomam decisoes erradas. Nao temos nunca a certeza concreta da personalidade dos personagens que pode mudar de um minuto para o outro. Adhara eh a unica que mais gostei (com exceçao de Adrass bem no final do livro) porque seu coraçao eh enorme. Nao importa as burradas que Amhal, Adrass, ou Amina fazem (uau essa autora gosta de nomes com A) ela simplesmente nao desiste deles. A fidelidade e a compaixao dela eh uma das suas melhores qualidades, e admito que em seu lugar ja teria desistido de tanta gente chata e mal-agradecida. Porem eu ainda nao me decidi se gostei, pelo fato de serem pessoas quase reais com defeitos e tal, ou se nao gostei, pelo fato das personagens serem extremamente estaveis e (sim eu vou repetir) irritantes.
Theana, a Ministro Oficiante eh uma pessoa nao muito aberta a novas ideias e meio cabeca dura. Achei ela muito cheia de si por ser uma pessoa de influencia e certo poder. E o fato dela nunca ouvir os outros e fazer o que bem quer me irritou de mais. Amhal desempenhou um melhor papel no final do livro, porque sinceramente desde o meio do primeiro e o quase final do segundo eu jurava que ele nao tinha sequer um sentimento profundo sobre Adhara. Parecia que toda sua humanidade estava guardada numa caixinha que foi jogada no mar. E para variar me irritei. Parecia que nossa protagonista estava lutando por algo inutil, sem esperancas. E tambem tem Amina, a princesa. Meu Deus se eu pudesse entrar dentro do livro e dar uns tapas naquela menina eu daria. Pelo menos todas as meninas mimadas que eu ja li em livros tinham um sentimento mais profundo, porem mesmo que ela mostrasse algum eu ainda tinha vontade de dar um tapa estralado em sua face.
Gostei bastante de Kalth que se mostrou um excelente rei apesar de so ter doze/treze anos e a rainha Dubhe volta ao seu amado campo de batalha e lidera o exercito contra os elfos com coragem e insistencia.
Apesar de ter quase desistido de ler diversas vezes eu recomendo para aqueles que querem experimentar diferentes tipos de ficcao italiana e gostam de novos desafios como eu.
Esse post foi mesmo grande, mas sou obrigada a acrescentar que depois de todo esse meu duelo de pensamentos contraditorios, eu AMEI a batalha (nao definitiva) entre Amhal e Adhara finalmente ela teve a coragem suficiente para fazer hematomas e concusoes bem merecidas no bad guy. HA! E mesmo com tudo isso estou curiosa para ler os outro livros, que como eu disse eu fui bem esperta de nao ler na ordem das serie, mas tudo bem.
Acho que eh isso pessoal.
Beijocas estraladas na bochecha e vou me.
Vi. TipoLinhas.
O mal implantado pelo povo dos elfos no Mundo Emerso está dizimando as cidades e vilas em um redemoinho de violência e desespero. Enquanto a sacerdotisa Theana busca uma cura para a doença e a Rainha Dubhe organiza uma fraca resistência contra o exército de elfos, a única esperança do Reino corre o risco de desaparecer: Adhara, a garota sem passado. Ela é muito mais que uma guerreira, é uma arma, a mais poderosa arma já vista pelo Mundo Emerso. Acima de tudo, Adhara não é uma predestinada, é uma Consagrada, criada com o único propósito de combater o Marvash, o mal absoluto que eternamente se alterna com o bem no ciclo da história. Mas o seu destino era outro, a vida mortal abandonada no campo, e o destino quer retomar seu curso, sob o preço de destruí-la. Inimigo inesperado impede a missão de Adhara: não mais seu amor por Amhal e seu mal, e nem a loucura da praga, mas uma sombra pedira um preço alto - Skoob
Tudo bem, eu admito, eu me irritei. Primeiro porque muitas vezes nao ha coerencia nas acoes que guiam as personagens. Claro que procuramos herois, pessoas boas capazes de combater o mal como em qualquer outro livro, porem Licia Troisi fez o inimaginavel, ela fez pessoas erroneas. Pessoas que possuem defeitos (muitas vezes extremamente irritantes) e tomam decisoes erradas. Nao temos nunca a certeza concreta da personalidade dos personagens que pode mudar de um minuto para o outro. Adhara eh a unica que mais gostei (com exceçao de Adrass bem no final do livro) porque seu coraçao eh enorme. Nao importa as burradas que Amhal, Adrass, ou Amina fazem (uau essa autora gosta de nomes com A) ela simplesmente nao desiste deles. A fidelidade e a compaixao dela eh uma das suas melhores qualidades, e admito que em seu lugar ja teria desistido de tanta gente chata e mal-agradecida. Porem eu ainda nao me decidi se gostei, pelo fato de serem pessoas quase reais com defeitos e tal, ou se nao gostei, pelo fato das personagens serem extremamente estaveis e (sim eu vou repetir) irritantes.
Theana, a Ministro Oficiante eh uma pessoa nao muito aberta a novas ideias e meio cabeca dura. Achei ela muito cheia de si por ser uma pessoa de influencia e certo poder. E o fato dela nunca ouvir os outros e fazer o que bem quer me irritou de mais. Amhal desempenhou um melhor papel no final do livro, porque sinceramente desde o meio do primeiro e o quase final do segundo eu jurava que ele nao tinha sequer um sentimento profundo sobre Adhara. Parecia que toda sua humanidade estava guardada numa caixinha que foi jogada no mar. E para variar me irritei. Parecia que nossa protagonista estava lutando por algo inutil, sem esperancas. E tambem tem Amina, a princesa. Meu Deus se eu pudesse entrar dentro do livro e dar uns tapas naquela menina eu daria. Pelo menos todas as meninas mimadas que eu ja li em livros tinham um sentimento mais profundo, porem mesmo que ela mostrasse algum eu ainda tinha vontade de dar um tapa estralado em sua face.
Gostei bastante de Kalth que se mostrou um excelente rei apesar de so ter doze/treze anos e a rainha Dubhe volta ao seu amado campo de batalha e lidera o exercito contra os elfos com coragem e insistencia.
Apesar de ter quase desistido de ler diversas vezes eu recomendo para aqueles que querem experimentar diferentes tipos de ficcao italiana e gostam de novos desafios como eu.
Esse post foi mesmo grande, mas sou obrigada a acrescentar que depois de todo esse meu duelo de pensamentos contraditorios, eu AMEI a batalha (nao definitiva) entre Amhal e Adhara finalmente ela teve a coragem suficiente para fazer hematomas e concusoes bem merecidas no bad guy. HA! E mesmo com tudo isso estou curiosa para ler os outro livros, que como eu disse eu fui bem esperta de nao ler na ordem das serie, mas tudo bem.
Acho que eh isso pessoal.
Beijocas estraladas na bochecha e vou me.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Meg Cabot
Coragem não é a ausência do medo, mas a prefêrencia no julgamento de que algo é mais importante que o medo. Os bravos podem não viver para sempre, mas os cautelosos não vivem de forma alguma. De agora em diante você estará trilhando uma estrada entre quem você pensa ser, e quem você se tornará. A chave é permitir a si mesmo a fazer essa jornada. - Diário da Princesa.
domingo, 9 de setembro de 2012
Os Instrumentos Mortais - Cassandra Clare
Apesar de ja ter visto milhares de vezes os livros Cidade dos Ossos, Cidade de Vidro e Cidade das Cinzas da editora Record nas livrarias nunca terminei de ler a serie (eu so li o primeiro) e eu sei que eh um crime porque ja me falaram que eh muito bom. Inclusive uma nova serie que se passa no mesmo "universo fantastico", mas em outro tempo tambem esta sendo lancado no Brasil (Pecas Infernais).
O que muitos ja devem saber, mas mesmo assim vou dizer, eh que a serie esta sendo adaptada cinematograficamente (uau que palavrinha) e os atores principais ja foram escalados pro papel. A estreia esta marcada para 23 de Agosto de 2013
Deixando bem claro para os fas (bem fas mesmo) da serie que eu nao estou dando de pouser, mas sim informando leitores sobre o fato mencionado.
Jace Waceland - Jamie Campbell Bower (Harry Potter e As Reliquias da Morte, Lua Nova)
Clary Fray - Lily Collins (Espelho, espelho meu; Sem Saida; Padre)
Simon Lewis - Robert Sheehan (Cherrybomb, A Caca as Bruxas)
Isabelle Lightwood - Jemima West
Alec Lightwood - Kevin Zegers (Coisas de Meninos e Meninas, Zoom: Academia de Super Herois)
Valentin Morgenstern - Jonathan Rhys Meyers (The Tudors)
Jocelyn Fray - Lena Headey (Guerra dos Tronos, Os Irmaos Grimm)
Fotos de Jace e Clary, na segunda Lily Collins ja aparece meio ruiva.
Eu sinceramente adorei a escolha para Clary. E para quem nao sabe Alex Pettyfer era quem inicialmente iria interpretar Jace (Eu Sou o Numero Quatro), mas justamente por ser muito fa da serie preferiu nao fazer o papel por nao querer fazer filmes focados no publico jovem-adulto. Mas ele era o indicado a favorito pelos fas.
Acho que eh isso gente, vou me pois, embora.
Beijocas mortais,
Vi. TipoLinhas.
O que muitos ja devem saber, mas mesmo assim vou dizer, eh que a serie esta sendo adaptada cinematograficamente (uau que palavrinha) e os atores principais ja foram escalados pro papel. A estreia esta marcada para 23 de Agosto de 2013Deixando bem claro para os fas (bem fas mesmo) da serie que eu nao estou dando de pouser, mas sim informando leitores sobre o fato mencionado.
Jace Waceland - Jamie Campbell Bower (Harry Potter e As Reliquias da Morte, Lua Nova)
Clary Fray - Lily Collins (Espelho, espelho meu; Sem Saida; Padre)
Simon Lewis - Robert Sheehan (Cherrybomb, A Caca as Bruxas)
Isabelle Lightwood - Jemima West
Alec Lightwood - Kevin Zegers (Coisas de Meninos e Meninas, Zoom: Academia de Super Herois)
Valentin Morgenstern - Jonathan Rhys Meyers (The Tudors)
Jocelyn Fray - Lena Headey (Guerra dos Tronos, Os Irmaos Grimm)
Fotos de Jace e Clary, na segunda Lily Collins ja aparece meio ruiva.
Robert, Jamie, Lily, Kevin e Jemima(Simon, Jace, Alec, Clary e Isabelle) aparecem na foto. Eu sinceramente adorei a escolha para Clary. E para quem nao sabe Alex Pettyfer era quem inicialmente iria interpretar Jace (Eu Sou o Numero Quatro), mas justamente por ser muito fa da serie preferiu nao fazer o papel por nao querer fazer filmes focados no publico jovem-adulto. Mas ele era o indicado a favorito pelos fas.
Acho que eh isso gente, vou me pois, embora.
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